sábado, 29 de dezembro de 2012

Um pensamento sobre amigas!....2010



É muito engraçado ter uma amiga
ou ser uma amiga!
Na hora que precisamos,não chamamos,
afinal ,somos amigas, não queremos atrapalhar!
Quando estamos tristes rimos de nossa desgraça,
afinal,amiga não foi feita pra ouvir só a parte ruim
de nossas estórias,eles merecem o lado bom!
Quando estamos de TPM as evitamos!
Vai que ela ,também. está de TPM?
Lá se foi... Uma linda amizade!
Problemas com o casamento?
Nunca toque nesse assunto,
a fará chorar por descobrir que,
não vive num mar de rosas como pensava!
Reclamar do marido e dos filhos nunca!
Isso as faz perceber que só mudou de casa!
Não fale que virou do lar,
isso é péssimo pra auto estima dela.
ela vai perceber que
também é uma empregada doméstica,
sem carteira assinada,férias,décimo terceiro
e aviso prévio,além de não ter direito
à licença gestante nem vale transporte,
ou ticket refeição!
Mas mesmo assim você simplesmente,
não lê nenhum desses conselhos,
não segue nenhuma dessas regras e
por incrível que pareça,
a amizade se torna mais sólida!

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

Dá pra entender as amigas
e nossa relação com elas?

só sei que não vivemos sem elas..... 

Enjaulados no passado!...............20/02/2010


Enjaulados no passado!...
Não temos certeza do nosso amanhã,
não podemos mudar o passado
só nos resta o presente que,
continua embrulhado
sem previsão de algo que,
seja realmente compensável
para abrirmos.
O medo nos faz deixar esse presente
por muitas vezes embaixo da cama
e ficamos revivendo os dias passados
e já revividos.
O futuro se torna algo pouco esperado,
parece até que ele jamais irá existir,
pois,estamos
enjaulados no passado!

Mirtha Mª Torres

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A Mariposa e a Estrela......


A Mariposa e a Estrela......
Conta a lenda que uma jovem mariposa de corpo frágil e alma sensível voava ao sabor do vento certa tarde, quando viu uma estrela muito brilhante e se apaixonou.

Voltou imediatamente para casa, louca para contar à mãe que havia descoberto o que era o amor, mas a mãe lhe disse friamente:

-Que bobagem! As estrelas não foram feitas para que as mariposas possam voar em torno delas. Procure um poste ou um abajur e se apaixone por algo assim; para isso nós fomos criadas.

Decepcionada, a mariposa resolveu simplesmente ignorar o comentário da mãe e permitiu-se ficar de novo alegre com a sua descoberta e pensava: que maravilha poder sonhar!

Na noite seguinte, a estrela continuava no mesmo lugar, e ela decidiu que iria subir até o céu, voar em torno daquela luz radiante e demonstrar seu amor. Foi muito difícil ir além da altura com a qual estava acostumada, mas conseguiu subir alguns metros acima do seu vôo normal. Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho, iria terminar chegando à estrela, então armou-se de paciência e começou a tentar vencer a distância que a separava de seu amor.

Esperava com ansiedade que a noite descesse e, quando via os primeiros raios da estrela, batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.

Sua mãe ficava cada vez mais furiosa e dizia: estou muito decepcionada com a minha filha. Todas as suas irmãs e primas já têm lindas queimaduras nas asas, provocadas por lâmpadas! Você devia deixar de lado esses sonhos inúteis e arranjar um amor que possa atingir.

A jovem mariposa, irritada porque ninguém respeitava o que sentia, resolveu sair de casa. Mas, no fundo, como, aliás, sempre acontece, ficou marcada pelas palavras da mãe e achou que ela tinha razão.

Por algum tempo, tentou esquecer a estrela, mas seu coração não conseguia esquecer a estrela e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor não tinha sentido, resolveu retomar sua caminhada em direção ao céu.

Noite após noite, tentava voar o mais alto possível, mas, quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado e a alma mergulhada na tristeza. Entretanto, à medida que ia ficando mais velha, passou a prestar atenção a tudo que via à sua volta.

Lá do alto podia enxergar as cidades cheias de luzes, onde provavelmente suas primas e irmãs já tinham encontrado um amor, mas, ao ver as montanhas, os oceanos e as nuvens que mudavam de forma a cada minuto, a mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela, porque era ela quem a empurrava para ver um mundo tão rico e tão lindo.

Muito tempo depois resolveu voltar à sua casa e aí soube pelos vizinhos que sua mãe, suas irmãs e primas tinham morrido queimadas nas lâmpadas e nas chamas das velas, destruídas pelo amor que julgavam fácil.

A mariposa, embora jamais tenha conseguido chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda, descobrindo que, às vezes, os amores difíceis e impossíveis trazem muito mais alegrias e benefícios que aqueles amores fáceis e que estão ao alcance de nossas mãos.

Com esta lenda aprendemos duas coisas: valorizar o amor e lutar pelos nossos sonhos, porque sabemos que é a realização deles que nos faz feliz e lembremos:

O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar, e correr o risco de viver seus sonhos.

Autor desconhecido

Xêrooooooooooooooooooooooooooooo!



A FORMIGA E A CIGARRA


MUDANDO AS HIST'RORIAS
>>A FORMIGA E A CIGARRA

(Conto Clássico Revisado)


Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas. Durante
todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o
período de inverno. Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do
fim da tarde e nem do bate-papo com os amigos ao final do trabalho, tomando
uma cervejinha.

Seu nome era "trabalho" e seu sobrenome, "sempre".

Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de
amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou um minuto sequer, cantou
durante do o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu para valer sem se
preocupar com o inverno que estava por vir.

Então, passados alguns dias, começou a esfriar. Era o inverno que
estava começando. A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a
sua singela e aconchegante toca repleta de comida. Mas alguém chamava
por seu nome do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que
viu: sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari com um aconchegante
casaco de vison. E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris, será que você pode
cuidar da minha toca?

E a formiguinha respondeu:

- Claro, sem problemas! Mas o que lhe aconteceu? Como você conseguiu
dinheiro para ir a Paris e comprar essa Ferrari?

A cigarra respondeu:

- Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e
um produtor gostou da minha voz. Fechei um contrato de seis meses para
fazer uns shows em Paris... A propósito, a amiga deseja algo de lá?

Respondeu a formiguinha:

- Desejo, sim. Se você encontrar um tal de La Fontaine (autor da
fábula original ) por lá, mande-o para a P. Q. P. !!!

MORAL DA HISTÓRIA

"Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em
demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu
patrão!!!"


A VERDADE SOBRE ROMEU E JULIETA

A VERDADE SOBRE ROMEU E JULIETA

Sabem porque Romeu e Julieta são ícones do amor? São falados e lembrados, atravessaram os séculos incólumes no tempo, se instalando no mundo de hoje como casal modelo de amor eterno?
Porque morreram e não tiveram tempo de passar pelas adversidades que os relacionamentos estão sujeitos pela vida afora. Senão provavelmente Romeu estaria hoje com a Manoela e Julieta com o Ricardão.
Romeu nunca traiu a Julieta numa balada com uma loira linda e siliconada motivado pelo impulso do álcool.
Julieta nunca ficou 5 horas seguidas esperando Romeu ,fumando um cigarro atrás do outro, ligando incessantemente para o celular dele que estava desligado.
Romeu não disse para Julieta que a amava, que ela especial e depois sumiu por semanas. Julieta não teve a oportunidade de mostrar para ele o quanto ficava insuportável na TPM.
Romeu não saia sexta feira a noite para jogar futebol com os amigos e só voltava as 6:00 da manhã bêbado e com um sutiã perdido no meio da jaqueta que não era da Julieta). Julieta não teve filhos, engordou, ficou cheia de estrias e celulite e histérica com muita coisa para fazer.

Romeu não disse para Julieta que precisava de um tempo, que estava confuso, querendo na verdade curtir a vida e que ainda era muito novo para se envolver definitivamente com alguém. Julieta não tinha um ex-namorado em quem ela sempre pensava ficando por horas distante, deixando Romeu com a pulga atrás da orelha.
Romeu nunca deixou de mandar flores para Julieta no dia dos namorados alegando estar sem dinheiro. Julieta nunca tomou um porre fenomenal e num momento de descontrole bateu na cara do Romeu no meio de um bar lotado.
Romeu nunca duvidou da virgindade da Julieta. Julieta nunca ficou com o melhor amigo de Romeu.
Romeu nunca foi numa despedida de solteiro com os amigos num prostíbulo.


Julieta nunca teve uma crise de ciúme achando que Romeu estava dando mole para uma amiga dela.
Romeu nunca disse para Julieta que na verdade só queria sexo e não um relacionamento sério, ela deve ter confundido as coisas. Julieta nunca cortou dois dedos de cabelo e depois teve uma crise porque Romeu não percebeu a mudança.
Romeu não tinha uma ex- mulher que infernizava a vida da Julieta.
Julieta nunca disse que estava com dor de cabeça e virou para o lado e dormiu.
Romeu nunca chegou para buscar a Julieta com uma camisa xadrez horrível de manga curta e um sapato para lá de ultrapassado, deixando- a sem saber onde enfiar a cara de vergonha...
Por essas e por outras que eles morreram se amando...

Luis Fernando Veríssimo



Revolução da Alma

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entrega tua alegria, tua paz ou tua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da tua vida és tu mesmo. A tua paz interior é a tua meta de vida; quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, remete teu pensamento para os teus desejos mais íntimos e busca a divindade que existe em ti.

Não coloca tua felicidade cada dia mais distante de ti.
Não coloca o objetivo longe demais de tuas mãos, abraça os que estão ao teu alcance hoje. Se andas desesperado por problemas financeiros, amorosos, ou de relacionamentos familiares, busca em teu interior a resposta para acalmar-te.És reflexo do que pensas diariamente.

Para de pensar mal de ti mesmo e sê teu melhor amigo sempre.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então, abre um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto, as pessoas terão as melhores impressões de ti; e tu estarás afirmando para ti mesmo, que estás "pronto“ para ser feliz.

Trabalha, trabalha muito a teu favor. Para de esperar a felicidade sem esforços. Para de exigir das pessoas aquilo que nem tu conquistaste ainda.

Critica menos, trabalha mais. E, não te esqueças nunca de agradecer. Agradece tudo que está em tua vida neste momento, inclusive a dor. Nossa compreensão do universo, ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.

Aristóteles, filósofo grego, escreveu este texto
"Revolução da Alma“ no ano 360 A.C.

Tudo é amor .................27/11/2010


Tudo é amor .................27/11/2010

Vida: É o Amor existencial.
Razão: É o Amor que pondera.
Estudo: É o Amor que analisa.
Ciência: É o Amor que investiga.
Filosofia: É o Amor que pensa.
Religião: É o amor que busca Deus.
Verdade: É o Amor que se eterniza.
Ideal: É o Amor que se eleva.
Fé: É o Amor que se transcende.
Esperança: É o Amor que sonha.
Caridade: É o Amor que auxilia.
Fraternidade: É o Amor que se expande.
Sacrifício: É o Amor que se esforça.
Renúncia: É o Amor que se depura.
Simpatia: É o Amor que sorri.
Altruísmo: É o Amor que se engrandece.
Trabalho: É o Amor que constrói.
Indiferença: É o Amor que se esconde.
Desespero: É o Amor que se desgoverna.
Finalmente, o ódio que julgas ser a antítese do Amor, não é senão o próprio Amor que adoeceu gravemente.





Padre Marcelo Rossi